O terceiro post da Série Aprendendo Mandarim traz esta semana um pouco sobre a pronúncia da língua chinesa. Para ficar por dentro do que já aprendemos, leia o primeiro e o segundo post desta série.
A pronúncia chinesa possui alguns fonemas que são bem difíceis para nós brasileiros, por isso tentarei simplificar ao máximo. Existem dois sistemas utilizados para representar a pronúncia dos caracteres, são eles o Pinyin (拼音) e o Zhuyin (注音), também chamado de bopomofo. O Pinyin é utilizado em todo o mundo e o Zhuyin é utilizado somente em Taiwan atualmente (este último era utilizado na China até 1958), porém esse último ainda apresenta a lógica de aprendizado mais fácil.

Você deve estar se perguntando agora “Por que eu devo aprender Zhuyin se a maior parte do mundo usa Pinyin?”. E você tem razão, eu mesmo não dominei o Zhuyin, mesmo morando há quase 4 anos em Taiwan, e sempre uso Pinyin. Mas é de extrema importância aprender o bopomofo, que é a maneira de escrever em Pinyin como os caracteres do Zhuyin são organizados. Tá confuso, certo? Calma lá.
A tabela acima apresenta o Pinyin (letras do alfabeto latino) e o caractere Zhuyin correspondente. A ordenação é feita a partir do sistema Zhuyin, e o nome bopomofo dá-se por causa das primeiras quatro sílabas do sistema. Agora deu para entender melhor, certo? Então a ideia é juntar iniciais com medianas e/ou com uma final para formar um som! Com esse sistema, você consegue pronunciar todos os sons do mandarim, mas lembre-se de adicionar os tons.
Você pode procurar no Youtube por outras músicas que sejam mais fáceis de aprender.

Por hoje é isso. Espero que você tenha entendido um como mais como a língua chinesa se organiza.
Por Marcus Vinícius de Carvalho
Marcus Vinícius de Carvalho foi selecionado para trabalhar na Diretoria da AIESEC no Brasil 2015.2016 na área de Gestão da Informação. Entrou na AIESEC em Brasília em 2008, graduou-se em Engenharia da Computação no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) em 2010, fez um intercâmbio profissional de 2011 à 2013 em Taiwan através da AIESEC e teve a oportunidade de viajar por alguns países do sudeste asiático como Cingapura, Japão, China e Coreia do Sul para conferências e a lazer. Após o término do seu intercâmbio, continuou em Taiwan para a realização de um mestrado em Engenharia Elétrica e da Computação na Universidade NCTU, onde também foi o presidente da Associação de Estudantes Internacionais.
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