Colômbia — Um sonho adiado por cinco anos

Roteiro completo da minha experiência de 30 dias no país

Conhecer a Colômbia sempre esteve nos meus planos. Em 2020, durante a pandemia, eu havia montado um roteiro de oito dias com foco em Cartagena e San Andrés. Tudo estava pronto, mas a viagem acabou cancelada por conta da Covid-19 e por conta disso, o destino Colômbia ficou guardado na gaveta por cinco anos.

Hora de conferir, neste post do Aqui É Assim, o relato de como foi a minha experiência de 30 dias pelo país — uma jornada que combinou trabalho remoto, férias e descobertas inesquecíveis.

La Comuna 13 en Medellín

O planejamento

O planejamento dessa viagem começou bem antes da compra das passagens. Ele nasceu no meio dos meus medos e inseguranças: medo de viajar sozinha, medo de gastar mais do que o projetado no meu orçamento de 2025, medo de ficar fora do Brasil por tanto tempo, medo de passar 40 dias distante dos meus pets. Essas vozes internas me sabotavam: “eu não vou conseguir, eu não vou dar conta, eu não vou conseguir fazer sozinha, eu não vou conseguir me organizar para isso, eu não sei por onde começar… é muito melhor e mais fácil ficar em casa.”

E foi em uma sessão de terapia que me veio o clique. Minha terapeuta me disse: dinheiro a gente recupera, mas experiências únicas não voltam. Aquela frase foi um divisor de águas. Eu sabia que precisava vencer o medo para realizar esse sonho.

Sonho que não era o de apenas “conhecer um novo país”. Desde muito tempo eu acalentava a ideia de viver uma experiência mais longa, mais imersiva, que me permitisse destravar o meu espanhol, mergulhar na cultura local e me conectar de verdade com as pessoas. Sempre sonhei em, trabalhando remotamente, conseguir passar ao menos um mês por ano em outro país. Esta viagem seria o primeiro passo para transformar esse desejo em realidade.

Nesse processo, algumas pessoas foram fundamentais. A Nabila, minha amiga que já havia estado na Colômbia, foi quem me incentivou desde o início. Quando veio aqui em casa no dia 4 de abril — justamente para me convidar para seu casamento — e me mostrou com o ChatGPT como poderia ser uma ferramenta de apoio ao meu planejamento. Foi naquele dia que a ideia ganhou forma.

Ao longo do mês de abril, fui estruturando melhor os passos da viagem. E a Carol — a mesma amiga que me ajudou a destravar a viagem para o Chile — deu o empurrão final. Na semana em que esteve aqui, finalizei não apenas o planejamento do Chile, mas também fechei o da Colômbia. Foi ali que nasceu, de fato, o projeto que promete ser uma das viagens mais disruptivas da minha vida.

Digo “uma das” porque fazer intercâmbio na Ásia também foi profundamente transformador. Mas essa viagem tem um sabor especial: foi a primeira viagem internacional longa e sozinha depois de 10 anos.

Centro Histórico em Bogotá

Datas e destinos

Dessa vez não teve CVC no meio. Eu aproveitei a experiência do planejamento da viagem para o Chile e, a partir dela, comecei a organizar minha viagem para a Colômbia. Abri a minha planilha de planejamento de viagem e comecei.

A primeira decisão foi definir os 30 dias exatos. Eu precisava ter data de chegada e de saída para conseguir olhar os voos.

  • Ida: dia 3 de outubro, sexta-feira. O voo saiu de Florianópolis às 11h05 da manhã, com destino a São Paulo. Assim, consegui me arrumar com calma, deixar a casa em ordem, pegar o Uber sem pressa e chegar ao aeroporto com tranquilidade.
  • Conexão em São Paulo: no mesmo dia, 3 de outubro, às 16h50, embarquei direto para Bogotá. Aproveitei o período da tarde em uma sala VIP para trabalhar e cumprir a agenda normalmente.
  • Chegada a Bogotá: prevista para 20h30 (horário local), o que corresponde a aproximadamente 22h30 no Brasil, já que a Colômbia está duas horas atrás.
  • Volta: dia 2 de novembro. Inicialmente o voo de Bogotá sairia às 7h da manhã, com chegada prevista em Florianópolis às 22h. Porém, houve mudanças (resolvidas depois — vou contar no bloco sobre perrengues e dicas) e o retorno a Floripa foi às 9h da manhã do dia 02/11, o que até achei melhor: ganhei o domingo inteiro para descansar antes de voltar ao trabalho.

Com as passagens internacionais definidas, comecei a desenhar o roteiro dentro da Colômbia. Como parte da viagem foi de trabalho remoto (três semanas), precisei pensar em cidades com boa infraestrutura digital e, depois, em destinos para férias.

  • Bogotá (03 a 11 de outubro): chegada na noite de sexta-feira, já sentindo a diferença de fuso de duas horas. A primeira semana foi de adaptação e trabalho remoto.
  • Medellín (11 a 19 de outubro): segunda semana, também trabalhando remotamente.
  • Santa Marta (19 a 23 de outubro): chegada no domingo à tarde; segunda e terça trabalhando; férias a partir de quarta-feira, 22/10.
  • Barranquilla (23 a 26 de outubro): deslocamento de van pela orla, com dois dias inteiros de exploração.
  • Cartagena (26 a 29 de outubro): chegada no domingo, aniversário no dia 27, mais um dia de férias.
  • San Andrés (29 de outubro a 1º de novembro): voo Latam direto de Cartagena; três dias de ilha paradisíaca antes do retorno.
  • Bogotá (1º de novembro): retorno para embarque ao Brasil.

No total, consegui equilibrar três semanas de trabalho remoto com cerca de dez dias de férias inteiras, distribuídas entre praias e ilhas do Caribe Colombiano.

Voos internos

Depois de fechar os voos internacionais, organizei os trechos internos:

  • Usei milhas Smiles/Gol (em parceria com a Avianca) para a maior parte.
  • Como não havia voo direto de Cartagena para San Andrés com a Gol, optei por pagar R$ 300 na Latam. Isso me fez ganhar tempo e evitar conexões desnecessárias — e tempo também é dinheiro.
  • Já os deslocamentos menores (como Barranquilla → Cartagena), vou resolver localmente, com táxi ou van.

Hospedagem

Assim que defini as datas e fechei os voos, chegou o momento de olhar para as hospedagens. Como parte da viagem seria dedicada ao trabalho remoto, eu sabia que não poderia escolher qualquer lugar: precisava de hotéis e apartamentos com boa internet, cozinha equipada, secador de cabelo (para não carregar na mala) e academia para manter meus treinos de corrida e musculação e, quando possível, piscina para natação. Além disso, considerei sempre localização estratégica, segurança e facilidades no entorno.

Foi aqui que entrou mais uma peça-chave no meu planejamento: o Wesam, um dos melhores amigos da Nabila. Ele já tinha passado de quatro a seis meses na Colômbia e possuía dicas preciosas. Ainda em 2024, trocamos algumas ideias sobre o país, mas como não levei a viagem adiante naquele momento, as conversas ficaram em stand-by. Quando retomei o planejamento em 2025, com incentivo da Nabila e da Carol, coloquei o Wesam de volta na jogada. 

Ele foi essencial. Compartilhou comigo um link com os lugares que havia salvo no Airbnb e, a partir dali, comecei a pesquisar opções semelhantes no Booking, que prefiro usar por conta dos descontos e benefícios do programa Genius. Além disso, o Wesam revisou a minha planilha de planejamento: olhou os links das hospedagens que eu tinha selecionado em cada cidade, avaliou localização, conforto e segurança, e me disse claramente o que fazia sentido ou não.

Essa validação me deu muita confiança. Saber que alguém que já viveu por meses no país estava revisando minhas escolhas foi determinante para eu bater o martelo. E foi assim que finalizei as reservas, cidade por cidade, que descrevo a seguir.

Outro ponto importante: todas as reservas foram feitas pelo Booking, sempre com cancelamento grátis até outubro, pagamento no local e em cartão de crédito internacional. Dessa forma, além de não precisar desembolsar um valor alto em abril (quando finalizei as reservas), consegui dividir os pagamentos entre outubro e novembro — e ainda evitar impostos locais que recaem sobre pagamentos em dinheiro.

Escritório durante a viagem super funcionou

Bogotá – Taj 97

Para a primeira semana, em Bogotá, escolhi o Taj 97. O critério aqui não foi piscina — afinal, a cidade tem temperaturas médias entre 10 e 18 °C, nada convidativas para nadar ao ar livre. O que pesou foi a infraestrutura: o hotel oferece academia, máquina de lavar roupas, cozinha e secador de cabelo, itens que considero essenciais para manter a rotina. Eu até havia cogitado outra opção, mas ao verificar no Booking, percebi que não estava claro se aceitava cartão de crédito. Como minha estratégia era pagar tudo no cartão, declinei e fiquei com o Taj 97.

Medellín – Soul LifeStyle Hotel

Em Medellín, onde as temperaturas são mais amenas, a piscina voltou a ser critério. Escolhi o Soul LifeStyle Hotel, que também conta com academia, cozinha, máquina de lavar e secador de cabelo. Inicialmente, em abril, eu havia reservado outro hotel, mas acabei cancelando após notar que não tinha muitas avaliações — um aprendizado direto da experiência no Chile, quando contratei um passeio com poucas referências e me senti insegura. Revi todas as hospedagens da Colômbia, priorizando hotéis bem avaliados, e foi assim que cheguei ao Soul LifeStyle.

Santa Marta – Gran Marina Suites

Como estarei em Santa Marta às vésperas do meu aniversário, decidi me permitir um pouco mais de conforto. Reservei o Gran Marina Suites, um hotel com academia, piscina, bar, restaurante e um apartamento gigante com tudo que se possa imaginar. Desde o início do planejamento já tinha duas opções em vista, mas há cerca de 30 dias fechei de vez com o Gran Marina. O interior do hotel me pareceu incrível e achei que valia o investimento para passar essa fase da viagem — e do meu aniversário — de forma especial.

Barranquilla – Hotel Majestic

A partir de Barranquilla, já em clima de férias, mudei a estratégia: passei a buscar hotéis com café da manhã incluso, além dos itens básicos de conforto como piscina e secador de cabelo. O escolhido foi o Hotel Majestic, localizado no centro e com estrutura para relaxar sem grandes preocupações com rotina de mercado e cozinha. Porém minha experiência no hotel não foi muito boa e recomendo reservar algo no norte, parte mais moderna da cidade e com mais opções.

Cartagena – Hotel Boutique Las Carretas

Em Cartagena, escolhi o Hotel Boutique Las Carretas, dentro do Centro Histórico. O hotel tem piscina, café da manhã incluso e secador de cabelo, além da localização privilegiada, a 1 minuto a pé da Torre do Relógio, o que facilita o deslocamento a pé para os principais pontos turísticos. Essa foi uma decisão prática para otimizar tempo, já que são poucos dias e eu queria viver intensamente o charme da cidade amuralhada.

San Andrés – Hotel Grand Caribe + Hotel Distrito ZF

Na ilha de San Andrés, reservei o Hotel Grand Caribe, com café da manhã incluso e secador de cabelo. Não possui piscina — mas nesse caso, não faz falta alguma, já que a grande atração é o mar caribenho. O hotel fica a 3 minutos a pé da orla, super perto de tudo.

Também reservei uma diária no Hotel Distrito ZF, em Bogotá, para o retorno. A ideia inicial era usá-lo na madrugada do dia 2 de novembro, já que meu voo partiria cedo. No entanto, com a alteração do voo, essa hospedagem acabou ficando sem uso prático — mas mantive a reserva já que fiz a mesma com milhas do Programa da Gol.

CidadeHotel / AcomodaçãoEstrutura e diferenciaisEstratégia da escolha
BogotáTaj 97Academia, máquina de lavar, secador de cabeloSem foco em piscina (clima frio). Escolhido por aceitar cartão de crédito e garantir rotina de trabalho.
MedellínSoul LifeStyle HotelPiscina, academia, secador de cabeloAlteração de reserva após revisar avaliações. Priorizei hotel bem avaliado para mais segurança.
Santa MartaGran Marina SuitesAcademia, piscina, secador de cabeloOpção mais confortável, escolhida para passar o aniversário em grande estilo.
BarranquillaHotel MajesticPiscina, café da manhã incluso, secador de cabeloJá em clima de férias, optei por hotel com comodidade e menos rotina de mercado.
CartagenaHotel Boutique Las CarretasPiscina, café da manhã incluso, secador de cabeloLocalizado dentro do Centro Histórico, ideal para explorar a cidade a pé.
San AndrésHotel Grand CaribeCafé da manhã incluso, secador de cabelo (sem piscina)Piscina não necessária em ilha caribenha. Foco no mar paradisíaco.
Bogotá (retorno)Hotel Distrito ZFCafé da manhã incluso, secador de cabeloReserva apenas de apoio para voo de madrugada. Provavelmente não será utilizada.

No fim das contas, os dois maiores investimentos dessa viagem foram a hospedagem dos meus gatos (que ficaram 40 dias na Bigodinhos) e a minha hospedagem na Colômbia. E mesmo assim, é impressionante notar a diferença de custos: o que vou gastar para ficar um mês inteiro na Colômbia equivale ao que gastei para passar apenas 10 dias no Chile.

A documentação, dinheiro, internet

Feito o planejamento, definidas as datas e os destinos, programados os passeios e verificada a hospedagem, chegamos à última parte: olhar com bastante cuidado a documentação de entrada no país, a questão do dinheiro e como garantir internet para se comunicar fora do Brasil.

Documentação

  • Visto: brasileiros não precisam de visto para entrar na Colômbia em viagens de turismo de até 90 dias.
  • Passaporte ou RG: para a Colômbia é possível entrar com passaporte válido ou RG em bom estado, desde que emitido há menos de 10 anos. Eu optei pelo passaporte.
  • Passagem de ida e volta: é obrigatório apresentar o bilhete que comprove saída do país.
  • Carteira de Vacinação: exigido para entrada no país CIVP (Certificação Internacional de Vacina e Profilaxia) da febre amarela e minha carteirinha nacional, com vacinas de hepatite e Covid
  • Formulário Check-Mig: preenchimento obrigatório, disponível online, deve ser feito entre 72 horas e 1 hora antes do embarque (tanto na entrada quanto na saída).
  • Seguro Viagem: não é exigido oficialmente, mas altamente recomendado, já que eventuais atendimentos médicos podem gerar custos elevados. Ativei a cobertura do meu cartão Black da Visa alguns dias antes de embarcar. O processo foi simples, direto no site da bandeira. Não contratei seguro separado.

Dinheiro

As hospedagens paguei no cartão de crédito internacional, já para as despesas do dia a dia utilizei os cartões Nomad e Wise e saquei pesos colombianos para as ocasiões em que cartão não era aceito.

  • Dividi meu orçamento (alimentação, souvenirs e extras) em partes iguais entre os dois cartões, por segurança.
  • Levei o cartão físico da Nomad e usei o Wise digital pelo Google Wallet.
  • Saques de pesos em caixas 24h, saquei 4 vezes mas recomendo sacar uma vez só assim que chegar no país para não pagar a taxa de saque toda a vez que for realizá-lo.
  • Sempre deixava um cartão no cofre do hotel junto com o passaporte, carregando apenas um comigo para reduzir riscos.

Essa organização me deu tranquilidade e controle sobre os gastos.

Internet

Para garantir conexão estável como viajante e trabalhadora remota, a escolha entre eSIM e chip físico tem grande impacto:

  • Os eSIMs são cartões virtuais fáceis de instalar, que evitam a necessidade de procurar uma operadora local na chegada e permitem ativação remota 
  • Em 2025, algumas das melhores opções de eSIM para uso internacional incluem Airhub, que oferece ampla cobertura e flexibilidade de planos, e Nomad, com bom custo-benefício, especialmente para viagens curtas.
  • Airalo é popular por sua facilidade de uso, número de países cobertos e planos variados — algumas versões oferecem chamadas e SMS, embora a maioria seja apenas de dados.

Ativei o eSIM da Nomad para 30 dias e a internet funcionou perfeitamente em todos os lugares.

Transporte

  • Voos: a forma mais rápida de se deslocar entre cidades como Bogotá, Medellín, Barranquilla, Santa Marta e San Andrés é de avião.
  • Ônibus/Vans: para trajetos mais curtos e que combinem paisagens, o ônibus entre Barranquilla e Santa Marta é a melhor opção, sendo mais rápido e barato.
  • Carros: para quem deseja mais liberdade, alugar um carro pode ser útil, embora o transporte público seja acessível e confiável nas cidades.

Mala e gatos

A parte da mala sempre é um desafio para mim, porque eu não sei levar pouca coisa. Dessa vez, comecei a arrumar com cerca de 15 dias de antecedência e, mesmo assim, coloquei mais roupas do que realmente iria usar.  Então, contei com a ajuda da Nabila que revisou a mala e garantiu o volume ideal para o período de 30 dias. Saí do Brasil com 21 kg e considerando uns dois quilos de suplementos, que serão consumidos durante a viagem, cheguei no peso que gostaria.

Sobre os gatos: meus 3 gatos já estão acostumados com a rotina de viagem. Sempre ficam na Hospedagem Bigodinhos, desde filhotes. Um dia antes do embarque, já deixo tudo organizado: vermífugo, ração, sachês e o que mais for necessário.

É um local de total confiança, onde eles ficam bem cuidados e confortáveis, podendo aguentar períodos mais longos, de até 25 ou 30 dias. O custo da hospedagem varia conforme a temporada. Como são três, recebo desconto no pacote, o que ajuda a equilibrar o orçamento.

Prefiro deixá-los lá do que contratar uma cat sitter, porque sei que eles já conhecem o ambiente, ficam tranquilos e eu viajo com o coração em paz.

Passeios Programados

Antes de sair fazendo reservas, eu planejei todos os passeios de acordo com a minha disponibilidade real em cada cidade, considerando com bastante cuidado quais dias eu estaria trabalhando e quais dias eu teria livres para explorar com mais calma. Não era uma viagem 100% de férias desde o início, então o planejamento precisou respeitar meu ritmo, minha energia e meus horários.

Todos os pontos turísticos e passeios que considerei fazer eu pesquisei previamente no TripAdvisor, olhando avaliações, notas, comentários recentes, custo-benefício e experiências reais de outras pessoas — principalmente para entender se realmente valia a pena ou se era algo muito turístico e pouco autêntico.

Além disso, eu não confiei só na internet: confirmei praticamente tudo com dois amigos colombianos, perguntando se os passeios faziam sentido, se as regiões eram seguras, se eram boas escolhas para alguém viajando sozinha e quais experiências eles, como locais, realmente recomendariam. Esse cruzamento entre planejamento, pesquisa e validação local fez toda a diferença para eu me sentir segura, confiante e tranquila ao longo de toda a viagem.

Dicas adicionais

  • Reservas: tente reservar voos e acomodações com antecedência, especialmente em alta temporada.
  • Moeda: a moeda utilizada na Colômbia é o peso colombiano (COP). É bom ter dinheiro trocado para pequenos gastos.
  • Segurança: nunca coloque todo o seu dinheiro em apenas um cartão. Tenha sempre outra opção e mantenha um cartão no cofre junto com passaporte por questões de segurança.

Chegamos, então, ao final do planejamento. Falamos de tudo: a definição das datas e destinos, voos internos, a escolha da melhor hospedagem, a documentação necessária, o dinheiro, a internet e, claro, a mala — além dos cuidados com os pets para quem tem e os passeios pelo país.

Agora é o momento de sair do planejamento e entrar na experiência real.

Nos próximos textos, começo a contar como foi viver a Colômbia dia após dia: meus 30 dias por esse país intenso, diverso e surpreendente — sua cultura, sua comida, sua música, suas paisagens de tirar o fôlego e, principalmente, as pessoas.

E essa história começa por Bogotá.
A cidade onde tudo teve início.

Colômbia!

Sobre Ju Mostardeiro

Juliana Paul Mostardeiro é fundadora do Aqui é Assim, um espaço que une sua paixão por viajar à vontade de aproximar as pessoas de experiências transformadoras e estimulá-las a colocar uma mochila nas costas para ampliar sua visão de mundo. Ela acredita que viajar é uma das formas mais potentes de conexão humana e autodescoberta. Jornalista, especialista em Gestão de Pessoas e Liderança Exponencial, possui uma trajetória sólida no universo corporativo. Baseada em Florianópolis, utiliza sua expertise em liderança e gestão para desenvolver pessoas. Acredita em uma liderança humanizada e em ambientes modernos de trabalho que estimulem as competências únicas de cada um.

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